Curiosidade sobre cegos
Figuras simbolizando pessoas com deficiência visual

O que fazer para melhorar o Brasil?

Postado há 2 anos

Por Jairo

O que fazer para melhorar o Brasil?

Existem algumas formas de melhorarmos tudo o que estamos vendo na TV. Sim! Tudo mesmo.

Notem que estamos sendo bombardeados por uma gama absurda de notícias macabras. Seja no meio financeiro, seja nas ruas ou dentro das casas. São pessoas matando-se umas as outras por meios vareados. Há mutilações humanas, financeiras, ético/moral entre outros. Estamos mergulhados em um sistema terrorista. Estamos sendo conduzidos a crenças monstruosas. O ditado que afirma ser a esperança a última a morrer, o povo não acredita mais.

Qual o motivo de estarmos tão desesperançados? Porque ficamos esperando algo acontecer mesmo sabendo que a crença em algo de bom acontecer não exista? Estas e outras questões iremos tratar por aqui.

Temos que analisar algumas questões que não estão sendo estudadas. A morte é uma delas. O direito a vida é outra. O direito a liberdade é outra. Então vamos começar do meio.

Estamos inseridos em uma sociedade que têm como premissa o direito a vida. Será? A constituição assegura este direito e a sociedade não está respeitando. Nós enquanto comunidade organizada e não organizada, estamos virando o rosto para levar este afronto sem a seriedade que o caso merece. A vida É, ou deveria ser garantida a todos. Crianças estão morrendo por falta de condições mínimas em locais que não possuem água. Você consegue intender isto? Outras crianças morrem por falta de unidade de tratamento intensivo nos hospitais. Você já passou por isto? Algumas estão sendo espancadas pelos familiares e nas ruas. Consegues imaginar a gravidade disto? Vamos avançar as reflexões no sentido dos adolescentes e adultos. Quantos estão morrendo por falta de educação? De oportunidade? O que podemos fazer com os que estão viciados em produtos lícitos e ilícitos? Já notaram que muitos estão deixando de viver em função de uma carga horária exagerada de trabalho? Estes perdem suas vidas em segundos, quando os mecânicos possui muita demanda e têm que ganhar dinheiro para dar condições dignas para suas famílias. Os veículos sofrem melhorias relativas com custo auto para o consumidor final que igualmente necessita se esforçar e temos aí uma bolinha de neve que está caminhando despenhadeiro abaixo.

Podemos notar que a vida está sendo banalizada em detrimento a uma gama gigantesca de vareáveis. A priorização de futilidades está matando e tornando os idosos cada vez mais vulneráveis. Chegar a uma condição de maturidade, mais próximo do desenlace final sem poder ser respeitado em suas especificidades, é o que temos na sociedade. Valorizar os conhecimentos destas pessoas com históricos de vida importante, poderia engrandecer a todos. Os maus tratos velados ou explícitos mostram que ainda não estamos prontos para chegar a estas idades. Não acreditamos que iremos ser debilitados ou com mobilidades reduzidas. Então, chego à conclusão de que os idosos também não estão tendo direito à vida.

A vida é o nosso bem mais precioso. Se tivermos esta máxima e todos concordarem com isto, precisamos compreender o motivo de existir muitas brigas entre filhos e pais. Quando recebemos um presente valioso de um amigo, idolatramo-nos, não é mesmo? Pois bem, A vida nos é ofertada e temos a obrigação de respeitar mesmo que achemos que não estamos sendo levados em conta pelos nossos genitores.

O direito a vida é isto. Temos o direito de nascer, viver e morrer sem a interferência de obstáculos humanos. Respirar energias pesadas é maléfico aos corpos.

Em relação à tão famigerada Morte, Porque não queremos falar nela? Esta é a fatalidade mais óbvia que os seres vivos possuem. Todos irão morrer. As pessoas que mais amamos irão morrer. Os nossos inimigos também. Morrer pode ser um terror para uns e para outros um alívio. Pode ser desesperador para uns e para outros é a ação que pode restar para a resolução de problemas grandes. A maioria dos seres humanos resolve se matar. Sim! Eu e você, provavelmente iremos morrer antes do tempo por causa de nossas ações equivocadas. A explicação do câncer é clara. Estamos morrendo pela boca e pelos olhos. Estamos comendo veneno e achamos que os nossos olhos estão nos levando ao prazer de alimentos lindíssimos. Os refrigerantes, os açúcares, as gorduras saturadas, estão matando crianças. Os pais estão levando seus filhos à morte quando lhes dão sorvetes, pipocas de micro-ondas, frituras e não os estimulam comer as energias doadas pela natureza. Frutas, verduras entre outros é o que temos de melhor. Preferimos ir matando aos poucos, pois desta forma, ficamos com a consciência tranquila. Se ele vir a ter tumores graves na fase adulta, eu não tenho culpa. Na verdade, ninguém tem culpa. E assim, vamos cultivando a morte, mesmo que não nos simpatizemos com ela.

A mentira e a raiva são igualmente o que mais mata. Podemos mentir para os outros, mas quando mentimos para nós mesmos, aí sim! Iremos sofrer as consequências de uma úlcera, de ataques cardíacos, crises de pânicos entre vários outros que somatizamos ao longo de nossa existência. Estamos nos conduzindo à morte e vamos chegar até ela invariavelmente com o sentimento de que sempre há algo muito que fazer.

Morrer dignamente é quando os meios naturais nos levam. Morrer dignamente é quando a família não escandaliza sua partida por compreender que os momentos que passaram juntos foram suficientes para o aprendizado. É quando a luxúria e a falsidade não ficam estampadas nos cortejos finais. Mas existem outras mortes indignas? Vamos ver:

Pessoas são mortas em guerras veladas nos locais onde a precariedade, a injustiça e a vaidade imperam. Temos ainda em alguns lugares verdadeiras mortes por guerras explícitas, como as do trânsito, entre grupos rivais e uma das piores, a guerra do poder contra os povos. A morte está dentro de casa e no local de trabalho. Está velada dentro de meu íntimo e dentro do seu. A guerrilha da indústria dos medicamentos em favor do capital e contra a saúde. A desvantagem que o cidadão possui quando não há condições de atendimento imediato ao seu quadro de urgência, levando-o a morte.

Onde fica a tal vaidade? Esta está em alguns poderosos que se vangloriam de cargos ou funções para desviar a dignidade da mesa da escola ou de um consultório médico. A vaidade e a cobiça impede que recursos cheguem às pessoas menos favorecidas financeiramente. Alteram planos, projetos e programas visando interesses minoritários e de promoção pessoal. São, ou somos verdadeiros assassinos suicidas. Matamos sem nenhum constrangimento. Matamos lentamente os nossos filhos, simplesmente porque não desejamos nos incomodar. É mais fácil dar um sorvete e pipocas no cinema do que ter a preocupação de educar, tolerando choros e renas desesperadas. Prefiro ser tachado de o pai bonzinho do que o pai durão. Ponho em evidência minha vaidade quando estou com eles em uma sorveteria degustando deliciosos venenos. Se eu estou em uma função de poder, trabalho primeiro para eu, depois para os meus e se sobrar algo, aí sim, para os outros. Agimos com egoísmos nos pensamentos, nas orações, nas palavras e nas ações. Somos vaidosos. Temos arrogância e morremos cada dia um pouco.

Liberdade. O que é? Não temos liberdade e não estimulamos em nossos pares. Não temos liberdade de nos mostrar o que verdadeiramente somos. Não podemos falar o que pensamos. Temos que nos policiar em nossos comportamentos. Não podemos nos vestir do modo que achamos mais conveniente. Cerceamos as crianças a liberdade, quando gritamos, impondo uma ordem. Quando orientamos a mentira e a falsidade. Afirmamos que é feio falar que não gostou de algo que ganhara.

Com os adolescentes damos oportunidades de se drogarem e de ingerirem bebidas que tirarão seus livres arbítrios em pouco tempo. Eles perdem a potencialidade de decisão, se afundando cada vez mais no expurgo dos lodaçais fétidos. Quando estes constituírem filhos, poderão transmitir valores insólitos e seus pares poderão ser privados de felicidade relativa.

Não temos condições de constituir bons advogados, médicos, professores para que possamos obter os melhores serviços. É notório que uma pessoa abastada financeiramente poderá ser mais igual do que outra, ter mais saúde do que seu vizinho e ter uma escolaridade superior.

Temos liberdade relativa, pois estamos inseridos em um sistema que merecemos. Não merecemos ser verdadeiros, pois não gostamos e não agimos com a verdade.

Para morrermos como merecemos, deveríamos abrir mão de algumas comodidades que nos conduz para o buraco. Sermos verdadeiros requer movimento interior. Devemos viver bem para contribuir com o desenvolvimento da humanidade. Ter consciência de quem somos e do que estamos fazendo, refletindo sobre quem somos já pode ser um bom caminho para chegarmos à compreensão das leis divinas. Deveríamos trabalhar para que pudéssemos ter uma morte tranquila. Deveríamos passar toda a nossa vida nos preparando para o falecimento do corpo.

Temos a insistência de contribuir para as negatividades. Damos atenção exagerada às informações ruins. Consumimos porcarias por intermédio dos smartphones, computadores e Tevês. O pior, com o controle remoto nas mãos, reclamamos que não ha nada para absorvermos. Não damos nossa contra partida para que estas reclamações não façam mais parte de nossas vidas. Quando são jogadas nas telas notícias urbanas, novelas e programas vazias, não buscamos alternativas. Insistimos no conteúdo, pois na sociedade é só o que se comenta. Se a maioria consome futilidades, escolho fazer o mesmo, pois tenho a necessidade de não me sentir de escanteio. Vamos consumindo banalidades nas redes sociais, e o que é pior, somos mobilizadores destas besteiras. Trabalhamos as cabecinhas dos jovens para que façam o mesmo.

A morte pode ser uma boa opção para aquelas pessoas que não querem encarar as questões. Acham que com esta atitude extremista irão solucionar tudo de uma vez. Estas se esquecem de que seus pares queridos ficam sofrendo e continuamente irão emitir pensamentos que serão captados onde estes estejam. Tirar a própria vida está no livre arbítrio e igualmente haverá consequências. Imaginem receber energias de socorro de seu filho e não puder fazer absolutamente nada. Quando estimulamos a futilidade e a leviandade dentro de uma cultura banal, estaremos potencializando o suicídio. Tudo o que estas pessoas desejam é o prazer imediato. Quando não as têm, entram em desespero e podem cometer atos de aleijamento social.

Sabem qual a melhor maneira de amar os pequeninos? Ponha limites. Façam explicações sobre suas decisões. Comente sobre o que é certo e o que não é. Conversem quando em faze tenra. Fale com eles dormindo. Eles poderão fazer um berreiro vez ou outra, mas quando compreenderem que não é desta forma que se vive e que o carinho dos adultos será conquistado e não comprado, o amor recíproco tornar-se-á natural e gostoso. Dê carinho e nunca se esqueça de que eles são seus filhos e é você quem manda. Mande com amor e responsabilidade. Não ceda a suas teimosias. Estes pequeninos irão testá-los desde bebês.

Temos ainda um caminho bastante interessante para trabalhar e depois arregaçar as mangas para melhorar o nosso país.

Vamos perceber os nossos sentimentos. Notem que somos invejosos e egoístas. Quando estamos no trânsito, no transporte privado ou caminhando, os sentimentos estão a toda hora borbulhando. Alguém corta a frente de outro motorista. Ficamos indignados e se pudermos, tiramos satisfação do ato cometido. Se a questão for conosco, mesmo sem razão, não admitimos. Esbravejamos. Vamos à provocação e se ele comprar a briga, chamamos as autoridades cheios de razão. O dia acaba e nos pegamos horas falando destas senas. Levantamos pela manhã e ao escovar os dentes, damos uma bufada com raiva do ocorrido. Continuamos o novo dia com os telefones nas mãos e pensando em tudo o que rodeia as redes sociais. O coração muda de ritmo a todo o momento.

O melhoramento do planeta depende do quão estamos cuidando dos nossos pares. Devemos prestar atenção nas atitudes e nos sentimentos que estamos provocando-nos outros e buscar para si a responsabilidade da reação provocada.

Façamos o bem. Sejamos coerentes e observamos os nossos sentimentos mais singelos. Reflitamos sobre tudo o que sai de nossa boca. Tomemos cuidado com tudo o que manipulamos e saibamos filtrar tudo o que nos chega pelos ouvidos e olhos.

Para pensar: Vamos ser verdadeiros na medida da hipocrisia da comunidade. Vamos mentir na proporção da mentira alheia. Vamos matar somente em doses homeopáticas. Vamos cercear o livre-arbítrio dos mais fracos dando-lhes a condição de suicídio. Vamos ser monstros sem que possamos nos sentir responsáveis por verdadeiros massacres humanos.

Pode soar horripilante, mas não é. São destas formas que conduzimos nossas vidas. São destas maneiras que permitimos que autoridades conduzam o regramento das cidades. Existe conivência com todas as atrocidades que estamos vendo na TV.

Vamos esmiuçar as soluções. Vamos nascer já com o pensamento positivo. Vamos crescer e brincar com o carinho que a vida merece. Vamos nos tornar adolescentes simpáticos e responsáveis para com os idosos. Vamos nos tornar adultos e idosos cheios de boas energias e vamos nos propor a morrer sem a culpa de ter deixado algo para traz.

Como fazer tudo isto? É simples. Basta ter vontade. Se começarmos agora, poderemos trabalhar para que os bebês tenham a melhor educação. Poderemos obter de nossos sentimentos as mais belas lições para que as crianças aprendam brincar buscando amor em tudo que fazem. Temos que labutar para que os adolescentes tenham aflorado o diálogo e o carinho fraterno, pois estes poderão se tornar adultos responsáveis e idosos comprometidos com o bem do planeta.

Devemos buscar na rede mundial dos computadores vídeos, textos e imagens para termos subsídios onde aplicaremos com os bebês e crianças visando um bom desempenho destes a fim de que as tarefas enquanto adolescente sejam menos difíceis. Tendo este cuidado nos primeiros anos de vida, os demais poderão ter lições maravilhosas. Cada ano que passa e histórias vão se construindo, as tarefas dos responsáveis se intensificam. A responsabilidade dos cuidadores vai até o momento que o indivíduo adquire sua maturidade. Desta forma, eles deverão caminhar com as próprias pernas e precisarão tropeçar muito para que possam aprender com a vida. Se os valores forem passados com maestria, estes tropeços serão menos doloridos. Estes senhores e senhoras tornar-se-ão protagonistas de suas próprias histórias. Serão multiplicadores de boas ações e de belíssimos sentimentos.

Vamos educar dando exemplo. Vamos limpar a calçada de nossa casa e pintar os muros. Vamos jogar os papeis no lixo e mesmo que não sejamos os donos do sol, vamos limpar a atmosfera e permitir que seus raios penetre a pele do planeta dando condições sadias para as vidas. Vamos mostrar para as crianças que respeitar as leis de trânsito é o melhor para que tenhamos uma mobilidade cortês. Vamos dar condições dos pequeninos repassar o que sabem para os adultos e nos posicionar com humildade para perceber que nem sempre temos razão. Vamos impor limites respeitando os limites dos envolvidos. Vamos amar.

Tudo o que se nos acontece é para crescermos. Estamos em desenvolvimento constante. Estamos evoluindo para a morte. Vamos morrer com a certeza de que valeu a pena. Ao nos dirigirmos para o leito de morte, olharemos para traz e veremos a estrada que deixamos. Notaremos que o mapa da vida irá nos revelar magníficas curvas. Curvas ascendentes e descendentes. Curvas largas e outras finíssimas. Notaremos que em alguns momentos, havia tantas pessoas ao nosso lado que foi inevitável o alargamento do caminho e em outro momento, nos desvinculamos de todos e somente um leve sulco foi suficiente para que coubesse os nossos pés. Iremos ver que deixamos um rastro e que algumas pessoas nos seguiam. Estas que nos seguiam, são de nossa responsabilidade o que faziam, pois temos o compromisso de nos tornar espelhos. Quando nos propomos a nascer neste planeta, assumimos a função de refletores. Quando emitimos luz ou trevas. Amor ou discórdia e as pessoas nos observam, seremos responsáveis pelo exemplo que estamos nos tornando, provocando no outro, atitude semelhante.

Eduquem-se antes de educar alguém. Amem-se antes de amar. Doem-se antes de doar. Busque diálogos com sigo mesmo antes de sair falando. Trabalhe seus vícios antes de apontar os defeitos nos outros. Limpem suas consciências antes de criminalizar os outros. Antes de provocar discórdia, verifique se dentro de você os sentimentos estão harmonizados. Se você tem vontade de machucar alguém, verifique se suas feridas estão com os medicamentos corretos. Para arrancar sorrisos dos lábios dos seus, veja se você está pronto para dar gargalhadas. Já pensou em se matar? Analise as pessoas que te rodeiam e se você chegar à verdadeira conclusão de que ninguém possui nenhum carinho por sua pessoa, adie mais um pouco e mostre para alguém que és uma pessoa do bem. Se dê este luxo e trabalhe mais um pouquinho só. Tente cativar o olhar de uma criança.

Conclusão.

O Brasil tem jeito e está dentro de nós. Podemos melhorar e isto não depende de absolutamente ninguém. Se o país não está bem é por responsabilidade minha e sua. As pessoas que estão no poder são os menos culpados. Quem os colocou lá fomos nós e cabe a nós mostrarmos que não é desta forma que desejamos continuar. Para fazer esta amostragem basta todos fazermos cada um uma pequenina parte. Se ninguém mais jogar lixo no chão, teremos um país limpo. Se não mentirmos, teremos um povo verdadeiro. Se todos resolver amar e for caridoso, teremos uma nação conjugada com o bem. Se em vez de falar mal de alguém resolver balbuciar palavras de consolo e carinho, teremos pessoas dignas de respeitos. Se ouvirmos nossas consciências, seremos um povo com moral e ética desenvolvida.

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